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Super surpresa

Oi está chegando o dia das mães nós da EEF Pe Antônio Luiz Dias estamos preparando uma super surpresa para você mamãe. Venha com a gente prestigiar essa data tão importante. Convida o papai, o titio a titia, a vizinha o vizinho, ai meu Deus convida todo mundo vai ser muito LEGAL, terá bingo com vários prêmios, entre eles celular, capacete, edredom etc...
Haverá apresentação dos  alunos em homenagem ao Dia das Mães e também um teatro sobre as drogas.
Contamos com sua presença!

OBS: As cartelas estão disponiveis na secretaria da escola, no valor R$ 5,00

Abraço e até o dia 07/04/2010 ás 18:30
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Edital Nº 001/2010 Inscrições para Grêmio Estudantil



Edital N 001/2010



Grêmio estudantil



Fixa e estabelece os procedimentos para a criação, inscrições das chapas e eleição do 4 grêmio estudantil regulamentado pela lei n 7.398, de 04/11/95.



1. Do objetivo



1.1 Implantação do grêmio é uma das atividades propostas no P.P.P da escola E.E.P Padre Antônio Luís Dias que tem como objetivo contribuir como desenvolvimento de uma consciência cooperativa e participativa, tendo em vista o exercício de lideranças positivas.

2. Das inscrições



2.1 Poderá participar das chapas todo aluno regularmente matriculado nesta escola a partir da 4 série até a 7 série do ensino fundamental;

2.2 Os cargos a serem preenchidos através do processo eleitoral são os que constam no estatuto que regulamenta o grêmio escolar desta unidade escolar;

2.3 O prazo das inscrições encerra-se no dia 21/05/2010 as 16h e 40min;

2.4 As inscrições serão formalizadas a partir da entrega da ficha de inscrição específica com todos os cargos preenchidos.



3. Da Eleição



3.1 poderão participar da votação todos os alunos regularmente matriculados, bem como professores e funcionários da U.E;

3.2 A eleição ocorrerá no dia 28/05/2010 das 8h as 10h e 30min e da 13h as15h.

3.3A campanha de apresentação das propostas de cada chapa seguirão um cronograma a ser divulgado posteriormente pelo grupo pró-grêmio.





Comissão Pró grêmio



Morro do Conventos, 12 de abril de 2010

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Urna Funeraria

VESTÍGIOS DA PRESENÇA GUARANI NO MORRO DOS CONVENTOS

Lúcio Vânio Moraes. Doutorando em História Cultural na UFSC.
e-mail:lucio.v.m@bol.com.br
Bolsista do FUMDES
Jairo Cesa. Mestre em Educação na UDESC.
e-mail:jairocesa@yahoo.com.br





Fonte: Museu Histórico de Araranguá

No ano 1994, no Bairro Morro dos Conventos, quando da escavação para a colocação de uma fossa residencial, trabalhadores se depararam com um objeto um tanto quanto desconhecido. Quando o retiraram da terra, perceberam que o artefato em muito se assemelhava a um enorme vaso cerâmico. No entanto, o artefato nada mais era do que uma das grandes descobertas históricas da região, ou seja, uma urna cerâmica construída pelos povos guaranis que habitaram a região muito antes da chegada dos colonizadores portugueses e espanhóis.
Naquele dia em diante a história da comunidade e do próprio município teria que ser novamente reinterpretada, demonstrando que a memória local assumiria outra configuração, agora levando em consideração os povos indígenas que tinham o bairro Morro dos Conventos e região como pátria mãe.
Quando se estuda a história do Brasil ou a da América Latina num todo, os próprios livros didáticos e paradidáticos procuram dar maior ênfase ao processo de colonização, ou seja, a partir da chegada dos portugueses e espanhóis, desconsiderando a riqueza da cultura dos povos que habitavam essas terras há muitos séculos. No entanto, alguns livros didáticos, quando abordam a temática indígena, trazem no seu bojo certas verdades que em nada confere com a realidade. Um exemplo é o que aborda o livro As Belas Mentiras – a ideologia subjacente aos textos didáticos, da editora Moraes, 10ª edição, escrito por Maria de Lourdes e Chagas Deiró Nosella, que transcreve texto de um livro didático, 4ª série, que faz o seguinte exposição a respeito o “índio”:
Quem Habitava o Brasil
Os índios viviam em tribos, formados por tabas ou aldeias, que eram agrupados em ocas (choupanas) dispostos em círculo. Os índios andavam nus ou seminus. Geralmente pintavam o corpo, enfeitavam-se com penas, dentes de animais, etc. alimentavam-se de caça, pesca, raízes e frutas. As mulheres indígenas cultivavam o milho e a mandioca. Fabricavam utensílios de barro, cordas e canoas. Apreciavam a dança e a música”.

Percebe-se nesse texto que a preocupação do autor foi caracterizar o índio como um povo único, homogêneo, desconsideração as centenas de nações, com línguas e costumes próprios que, embora em menor número, ocupam o território brasileiro, muitos dos quais vivendo em pequenas reservas demarcadas. Supõe-se também que, por ingenuidade ou intencionalidade, o autor do texto não mencionou o impacto que foi a presença do colonizador com os primeiros habitantes das terras brasileiras.
Sabe-se que muitas dessas reservas demarcadas pelo governo, são insuficientes para que os mesmos supram suas necessidades básicas. É de conhecimento de todos, que inúmeros agrupamentos indígenas foram totalmente aculturados aos costumes do “homem branco” e que muitos desses vêm desenvolvendo atividades econômicas como a agricultura e a pecuária para fins comerciais.
Ainda se tratando de textos que procuram representar as culturas indígenas, em especial o cotidiano das crianças no interior do grupo, é importante citar outro absurdo retirado de um livro didático da 2ª série, presente no livro As Belas Mentiras. Assim relata o texto:

O Indiozinho do Paraná
Reinava a alegria na aldeia. Todas as crianças desciam para o rio. Paraná ia sempre com outras crianças, ria sem parar, atirando água em todo mundo. Mas ninguém brigava, porque as crianças nunca são más”.

Como se percebe, é um texto profundamente romantizado, admitindo a pureza angelical da criança indígena que não apresenta maldade e estando sempre feliz. O que o texto omite é como ser feliz em áreas cada vez menores, ocupadas por projetos agroindustriais que de forma indiscriminada desmatam extensas áreas de terras para implantação de projetos agroindustriais, colocando em xeque a sobrevivência dessas comunidades que necessitam das florestas e dos rios para sua sobrevivência. Como banhar-se nos rios se suas águas estão quase que totalmente sem vida em decorrência da contaminação por agrotóxicos, mercúrio e esgotos domésticos e industriais.
A presença humana em terras brasileiras, através de estudos realizados, data de aproximadamente 20 mil anos. Em santa Catarina é um pouco mais recente, há vestígios de sociedades que datam de 8 a 10 mil anos, conhecidos como povos dos sambaquis, cuja cultura, hábitos alimentares, estava diretamente vinculada ao mar, através da pesca e da coleta de moluscos. O que comprova sua existência são os acúmulos de casqueiros – situados nos municípios de Laguna e Jaguaruna. O que é mais surpreendente é que nesses casqueiros foram encontrados fragmentos de carvão vegetal e fosseis humanos, demonstrando que a história/memória dos mesmos foi constituída nesse ambiente.
De acordo com vestígios indígenas encontrados nas proximidades das comunidades de Ilhas, Morro Agudo, Morro dos Conventos, ambas pertencentes ao município de Araranguá e no próprio município de Arroio do Silva, é possível que nessa região habitassem esses povos.
Pouco se sabe sobre sua cultura, acredita-se que, com a realização de estudos mais específicos brevemente seremos forçados a rever mais uma vez conceitos acerca da nossa história/memória local, que se acredita ser bem mais antiga do que se espera.
Mas, com o achado da urna funerária guarani no bairro Morro dos Conventos, não deixa dúvidas que essas terras pertenciam não somente aos guaranis, conhecidos por Carijós, mas também aos demais povos, dizimados por completo a partir da chegada dos colonizadores. O que resta, portanto, são apenas vestígios que resistiram ao tempo como pontas de flechas e objetos cerâmicos.
Como viviam, como era sua alimentação, suas habitações, suas festas, seus rituais de nascimento, casamento e morte, são dúvida que ainda pairam e que necessitam ser mais bem estudados.
Outro elemento importante acerca da sociedade guarani é em relação ao seu aprimorado conhecimento na arte de produzir cerâmicas. Qual o segredo dos mesmos quando da confecção de artefatos, principalmente urnas funerárias que resistiram séculos e séculos em um clima e solos tão adversos como o litorâneo? Novamente, é importante salientar que esta atividade, ou seja, a produção de cerâmicas era tarefa das mulheres.
Nos últimos anos vem crescendo os achados arqueológicos na região em decorrência de atividades agrícolas ou projetos, como construção de rodovias, fixações de barras, etc, abrangendo áreas ocupadas por sítios indígenas. Um dos grandes avanços da legislação brasileira, no campo da arqueologia, determina que na execução de grandes ou pequenos empreendimentos, caso seja detectado a existência de sítio, deverá se processar um estudo prévio do mesmo. Sendo comprovada sua eficácia histórica, o empreendimento poderá ter sua execução cancelada definitivamente.
Na região de Araranguá, são inúmeros os possíveis sítios existentes. Acredita-se que a partir do achado do Morro dos Conventos, futuros estudos sobre os povos, tanto os dos sambaquis como os guaranis e outros sejam feitos, esclarecendo um pouco mais os mistérios que cercam essas comunidades que habitaram essas terras em tempos remotos.

Oficina de artefatos cerâmicos guarani no bairro Morro dos Conventos

Com o objetivo celebrar o dia do “índio”, a escola E. E. F. Padre Antônio Luiz Dias do bairro Morro dos Conventos, Araranguá SC, promoverá dia 19 de abril uma oficina com artefatos cerâmicos guaranis. A proposta é trazer para a escola um pouco do que resta da história de uma população que habitou essas terras em tempos remotos e que foram totalmente dizimadas com a chegada dos colonizadores.
Pouco se sabe sobre a história/memória desses povos. Sendo assim a oficina proporcionará aos (as) estudantes e professores (as) um conhecimento das tecnologias e técnicas adotadas pelos mesmos na confecção de artefatos de uso doméstico, a saber: jarros, vasos, urnas, panelas (utensílios utilizados na alimentação, como também urnas, usadas em rituais fúnebres.
Antecedendo a oficina, serão desenvolvidas atividades preparatórias com os profissionais da educação com aplicação de textos objetivando a discussão da temática. Cabe salientar, que a referida oficina está inserida no projeto Memória Local que a escola vem desenvolvendo desde 2008, o que instiga também a busca da pesquisa e a produção do conhecimento.
Com o início o projeto Memória Local na escola, procurou-se delimitar um período cronológico específico como expoente da história do bairro, ou seja, a partir da chegada das famílias de açorianos, luso-brasileiros e italianos, esquecendo-se que a história/memória do bairro é muito mais antiga, fato esse comprovado com a descoberta no bairro de uma urna funerária indígena datada entre o século XV e XVI. Além desse artefato, outros elementos, como fósseis e artesanatos foram encontrados na furna do Morro dos Conventos, revelando a presença e riqueza cultural desse grupo no bairro, na história de Araranguá e litoral catarinense.
O objetivo da oficina é tentar romper a visão da tradicional da história ensina na escola, que molda o “índios” como sujeitos homogêneos, descaracterizando sua matriz cultural plural.
Desenfantilizar o conhecimento a cerca desse povo é função da escola, possibilitando reflexões maduras que permite o professor em suas práticas não correr o risco de pintar o rosto das crianças e colocar cocar para comemorar o dia do índio, acreditando que assim estará contribuindo na divulgação da memória indígena. Como sabemos, muito pelo contrário, na verdade o educador e educadora estarão contribuindo para a deseducação da sociedade em relação a cultura indígena.

Para a realização da oficina buscar-se-á no bairro e proximidades os materiais como argila, quartzo para a produção dos artefatos. A finalidade específica da oficina é incorporar em um dia o cotidiano desse povo, observando as habilidades dos mesmos na arte de produzir artefatos. Após a realização da oficina será feita uma exposição dos mesmos na escola e irá se criar um acervo para sua conservação.
Com essas práticas na escola, estamos estimulando a criatividade dos (das) estudantes e exercendo a educação patrimonial, preservando a memória e identidade indígena e dos demais povos que nos antecederam.




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Artigo Sobre a Memória Indígena de Morro dos Conventos

Educação Patrimonial e memória indígena: Oficina de artefatos cerâmicos guarani no bairro Morro dos Conventos- Araranguá

Lúcio Vânio Moraes. Doutorando em História Cultural na UFSC.
e-mail:lucio.v.m@bol.com.br
Bolsista do FUMDES
Jairo Cesa. Mestre em Educação na UDESC.
e-mail:jairocesa@yahoo.com.br

Com o objetivo de comemorar o dia do “índio”, a escola E. F. Padre Antônio Luiz Dias do bairro Morro dos Conventos, Araranguá- SC, promoverá dia 19 de abril uma oficina com artefatos cerâmicos dos guaranis. A proposta é trazer para a escola um pouco da memória desses povos que habitaram essas terras em tempos remotos e foram totalmente dizimadas com a chegada dos colonizadores.
Pouco se conhece sobre a história, memória desses povos. Sendo assim, a oficina proporcionará aos estudantes e professores um conhecimento das técnicas adotadas dos mesmos na confecção de artefatos de uso doméstico (utensílios utilizados na alimentação) a saber: jarros, vasos, panelas e outros vasilhames; urnas usadas em rituais fúnebres.
Antecedendo a oficina, serão desenvolvidas atividades com os professores com reflexões de textos objetivando a discussão da temática.
importa colocarmos que essa oficina está inserida no projeto Memória Local que a escola vem desenvolvendo desde 2008, o que instiga também a busca da pesquisa e a produção do conhecimento.
Quando foi iniciado o projeto Memória Local na escola, procurou-se delimitar um determinado período como expoente da história do bairro, ou seja, a partir da chegada de açorianos, luso-brasileiros e italianos, esquecendo-se que a história do bairro é muito mais antiga, fato esse despertado com a descoberta de uma urna funerária indígena encontrada no bairro e datada entre o século XV e XVI. Além desse artefato, existiram outros elementos, como fósseis e artesanatos, encontrados na furna do Morro dos Conventos, que revelam a presença e riqueza cultural desse grupo no bairro, na história de Araranguá e de forma geral no litoral catarinense.
O objetivo da oficina é tentar romper a visão da tradicional da história ensinada na escola, de que molda os índios como um povo homogêneo, descaracterizando sua matriz cultural plural. Desefantilizar o conhecimento desse povo é função da escola, possibilitando reflexões maduras que permite o professor em suas práticas não correr o risco de pintar o rosto das crianças e colocar cocar para comemorar o dia do índio, acreditando que assim estará contribuindo na divulgação da memória indígena. Pelo contrário, agindo dessa forma o educador estará contribuindo para a deseducação da sociedade da cultura indígena.
Com essas práticas na escola, estamos estimulando a criticidade dos estudantes e educação patrimonial, preservação da memória, identidade indígenas e exercício da cidadania.
Palavras chave: Memória indígena, história local e educação patrimonial.

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Mensagens







Pesquisado por: Paloma do Canto Maia


"Maisvale a lágrima da derrota, do que a vergonha de não ter lutado, porisso lute por tudo aquilo que sonhaste, mesmo que te custe uma lágrima derramada."


-- Anônimo


"Amizade,palavra que designa vários sentimentos, que não pode ser trocada pormeras coisas materiais. Deve ser guardada e conservada no coração."


-- Anônimo


"Sevocê não pode ser o Sol, seja um planeta, mas nunca deixe de irradiar aluz que mora no seu coração."


-- Anônimo


"Amizade é como música: duas cordas afinadas no mesmo tom vibram juntas."


-- Anônimo
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Grupos da copa 2010 na África (Em breve histórico da copa)

                                                         
JOGOS DA COPA

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                   Grupo A
Seleção
1Bandeira da África do Sul África do Sul
2Flag of Mexico.svg México
3Flag of Uruguay.svg Uruguai
4Bandeira da França França

              Grupo B
Seleção
1Flag of Argentina.svg Argentina
2Flag of Nigeria.svg Nigéria
3Flag of South Korea.svg Coreia do Sul
4Flag of Greece.svg Grécia

Grupo C
seleção
1Flag of England.svg Inglaterra
2Flag of the United States.svg Estados Unidos
3Flag of Algeria.svg Argélia
4Flag of Slovenia.svg Eslovénia

Grupo D

  Grupo D
Seleção
1Bandeira da Alemanha Alemanha
2Flag of Australia.svg Austrália
3Bandeira da Sérvia Sérvia
4Flag of Ghana.svg Gana

                             Grupo E
Seleção
1Países Baixos Países Baixos
2Flag of Denmark.svg Dinamarca
3Flag of Japan.svg Japão
4Flag of Cameroon.svg Camarões
Seleção
1Flag of Italy.svg Itália
2Flag of Paraguay.svg Paraguai
3Flag of New Zealand.svg Nova Zelândia
4 Flag of Slovakia.svg Eslováquia
Seleção
1Brasil Brasil
2Flag of North Korea.svg Coreia do Norte
3Flag of Cote d'Ivoire.svg Costa do Marfim
4Flag of Portugal.svg Portugal

Grupo H

Seleção
1Flag of Spain.svg Espanha
2Flag of Switzerland.svg Suíça
3Flag of Honduras.svg Honduras
4Flag of Chile.svg Chile

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Album da Feira cultural sobre o Morro dos Conventos







Fotos:
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Chat sos ecologia